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Recapagem de pneu de caminhão deve seguir normas de segurança

Boa qualidade do serviço prestado ajuda a reduzir risco de acidentes.
PRF em MS não tem números de acidentes com recapagem solta.

Por ter um custo menor, os pneus recapados são a primeira opção de muitos caminhoneiros. Mas esse é um sistema que exige um controle de qualidade rigoroso. Caso contrário, o risco de acidentes nas estradas é maior. A banda de rodagem que se solta do pneu causa acidentes graves e deixa prejuízos.

O bancário Reginaldo Fernandes de Oliveira conduzia um automóvel entre Campo Grande e Sidrolândia e ultrapassava um caminhão quando a banda de rodagem do pneu se soltou na frente dele. O prejuízo com os estragos no veículo chegou a R$ 7,5 mil. A Polícia Rodoviária Federal não tem números de acidentes em que a causa seja a recapagem solta, mas alerta os caminhoneiros para revisarem periodicamente o estado dos pneus.

Todo pneu de caminhão é fabricado para receber recapamento. O serviço segue normas internacionais de segurança. Na fábrica, é feita uma série de testes na carcaça, e só depois disso o pneu aprovado segue para a raspagem antes de receber a nova capa. Depois de ser vulcanizado a 110º C, em 2h30 o pneu pode voltar a rodar.

Se a carcaça estiver em bom estado, o equipamento pode receber de dois a três recapamentos. Cada serviço custa em média R$ 380 e o pneu pode rodar mais dois anos, se for bem conservado. Um pneu zero km para caminhão custa R$ 1,5 mil.

Pelas rodovias estaduais e federais que cortam Mato Grosso do Sul, a estimativa de tráfego é de 200 mil veículos de carga a cada semana, segundo o sindicato da categoria.

PUBLICADO EM 03/07/2014
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